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Hemocentro pede ajuda para repor estoque de sangue

Hemocentro pede ajuda para repor estoque de sangue

Para garantir os estoques, o Hemocentro do Rio Grande do Sul necessita de todos os tipos de sangue. Todos são bem-vindos, mas a necessidade principal, de acordo com a coordenadora do Hemocentro, Maristela Teixeira, é dos sangues O positivo e O negativo. O ideal é que o Hemocentro recebesse 80 doadores por dia o que totaliza 400 pessoas por semana e 1,6 mil por mês. No entanto, em setembro apenas 1,2 mil coletas foram realizadas.

“Os estoques estão baixos em razão dos diversos feriados nos meses de setembro e outubro”, destacou ela ao afirmar que os técnicos tiveram menos dias para atender à população.

Outro fator foi o período eleitoral que reduziu em 20% o movimento no Hemocentro. Os doadores podem se dirigir à sede da instituição, na avenida Bento Gonçalves, número 3722, no bairro Partenon, na zona Leste de Porto Alegre, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Para doar, a pessoa precisa estar com boas condições de saúde, alimentada, ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 50 kg, apresentar documento oficial de identidade com foto, não ter ingerido bebida alcoólica, não ter fumado no mínimo duas horas antes e ter dormido pelo menos seis horas antes da doação.

Maristela Teixeira informou que a instituição fornece sangue para 38 hospitais conveniados de Porto Alegre, região Metropolitana e Litoral Norte. “46% da população gaúcha tem O positivo e precisamos que elas façam a doação porque é fundamental que tenhamos este sangue nos nossos estoques”, acrescentou.

No Rio Grande do Sul, apenas 2,4% da população é doadora de sangue, enquanto no Brasil o percentual é de 1,8%, conforme dados do Ministério da Saúde. O sangue doado é separado em diferentes componentes (hemácias, plaquetas, plasma e outros) e assim, segundo Maristela Teixeira, poderá beneficiar mais de um paciente com apenas uma unidade coletada.

Os componentes são utilizados para atendimentos de urgência e realização de cirurgias eletivas nos hospitais e o tratamento de pessoas com doenças crônicas.

Fonte: Correio do Povo

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